sábado, 11 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Continuando e recomeçando..
Faz tempos que não atualizo o blog e por isso estou passando pra contar as novidades..
O ano de fato está começando a partir de segunda, quando voltarei a trabalhar nos dois colégios e quando voltarei a estudar para o mestrado de forma mais intensiva.. as aulas recomeçaram em um dos colégios, mas no outro só a partir de segunda..
Quanto ao poker, como os que lêem este blog sabem, estou jogando 6 max agora, NL10.. não parei de jogar.. sempre procuro jogar pelo menos 1 hora e meia por dia, e as coisas não estão indo as mil maravilhas, mas também não estão complicadas.. Continuo a oscilar, mas apesar disso sinto que tenho edge sobre os jogadores do limite e normalmente encerro a sessão com um bom lucro, os dias que perco, são quase sempre por coisas ridículas que acontecem e geralmente quando começam a acontecer não param mais.. aí é onde mora o problema.. mas no geral sinto que tenho jogo para a NL25 e tenho banca para o limite, mas estou esperando ainda atingir um certa quantia de bankroll para começar a grindar a NL25.. é só uma meta que tracei.. na verdade poderia começar a jogar o limite hoje com segurança..
Outra novidade é que daqui a alguns dias começo a fazer o curso 6 Max Elite da pokerstrategy, que é um curso para jogadores de 6max e que durará 2 meses.. terei que ver um vídeo por semana, assistir treinos, ler artigos, fazer exercícios para poder concluir o curso.. acho que vai ser bem interessante para o meu desenvolvimento como jogador, se eu quiser realmente um dia levar o poker a sério..
Lembro que no ano passado nessa mesma época, ou até mesmo antes de fevereiro, tinha traçado a meta de por esses dias estar jogando a NL100 e vejam que ainda estou na NL10.. em parte isto deve-se ao mestrado que ocupou bastante o meu tempo em 2011, outra parte deve-se aos meus 2 empregos, mas a grande razao de não ter alcançado minha meta sem dúvida foi não ter estudado o jogo como deveria, por preguiça, por me deixar levar pelo sucesso a curto prazo.. por resultados individuais e achar que já sabia tudo sobre o jogo e pelo tilt depois de tomar algumas na cabeça.. enfim, espero neste ano não cometer mais o mesmo erro, estudo e sangue- frio são palavras de ordem.. porque quem acha que poker é dinheiro fácil realmente não sabe jogar.. ainda estou pra conhecer forma mais difícil de se ganhar dinheiro do que ser jogador de poker..
No mais tudo ótimo.. no trabalho, no mestrado, na vida afetiva.. conheci uma flor, uma pessoa especial, uma dádiva divina.. e a cada dia estou mais encantado com ela e só quero que as coisas continuem da maneira que estão indo.. e que eu possa aprender mais e mais a cada dia, como aluno, como professor, como jogador de poker e como homem..
Abraço.
FJ
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Juntar as palavras, saber fazer uso delas.
Silenciar o coração, tentar compreender-lo.
Deixar que o tempo cure as feridas, buscando seguir em frente com leveza, até que o tempo cumpra seu propósito.
Não se deixar influenciar nem tanto pelo calor da emoção, nem pela soberba da razão. A sobriedade se faz necessária e deve se fazer presente.
O amor, nunca deve ser negado, nem demasiadamente desejado...
O amor é dom de Deus, nasce em cada um. E feliz é aquele que nessa vida compreende e vive verdadeiro amor.
Ser feliz, não é estar sorrido...
Ser alegre não é o mesmo que ser feliz.
Estar só não é necessariamente ser só...
Aquele que não consegue ficar só consigo, muitas vezes não consegue ficar junto de alguém.
Viver é mais que desejar conforto... Viver é saber enxergar leveza, na simplicidade das pequenas coisas.
Viver é saber esquecer o que foi ruim, é não cobrar tanto do futuro... É saber viver o presente que se faz presente a cada dia que se inicia.
Silenciar o coração, tentar compreender-lo.
Deixar que o tempo cure as feridas, buscando seguir em frente com leveza, até que o tempo cumpra seu propósito.
Não se deixar influenciar nem tanto pelo calor da emoção, nem pela soberba da razão. A sobriedade se faz necessária e deve se fazer presente.
O amor, nunca deve ser negado, nem demasiadamente desejado...
O amor é dom de Deus, nasce em cada um. E feliz é aquele que nessa vida compreende e vive verdadeiro amor.
Ser feliz, não é estar sorrido...
Ser alegre não é o mesmo que ser feliz.
Estar só não é necessariamente ser só...
Aquele que não consegue ficar só consigo, muitas vezes não consegue ficar junto de alguém.
Viver é mais que desejar conforto... Viver é saber enxergar leveza, na simplicidade das pequenas coisas.
Viver é saber esquecer o que foi ruim, é não cobrar tanto do futuro... É saber viver o presente que se faz presente a cada dia que se inicia.
Sakura
domingo, 22 de janeiro de 2012
É interessante perceber que de repente a vida pode tomar
outro rumo... É como se antes tudo tivesse bom o bastante para se
continuar seguindo em frente. Tudo parecia natural e com a naturalidade
das coisas, não parecia precisar-se de mais nada, além da simples
continuidade do que se vivia...
Talvez lá no fundo já se sentisse falta de algo a mais, mas essa necessidade sempre se ajusta a outros afetos que a conforta e a mantém em silêncio e em conformidade...
Mas a vida é de fato surpreendente, os planos de Deus são obscuros a inteligência humana. Desse modo existem: mudanças, surpresas, bênçãos e alegrias que não há como explicar, pois nem as palavras seriam suficientemente boas para traduzir com clareza o que se passa em certos encontros na vida das pessoas.
Muitas vezes não se faz necessário compreender certas coisas...
Certas emoções, não carecem explicações.
Certas emoções só precisam ser vividas... No silêncio de um abraço.
No barulho da chuva.
Na batida do coração.
No sorriso.
No olhar.
Nos dias que seguem, deixando-nos levar... Deixando-nos simplesmente levar.
Talvez lá no fundo já se sentisse falta de algo a mais, mas essa necessidade sempre se ajusta a outros afetos que a conforta e a mantém em silêncio e em conformidade...
Mas a vida é de fato surpreendente, os planos de Deus são obscuros a inteligência humana. Desse modo existem: mudanças, surpresas, bênçãos e alegrias que não há como explicar, pois nem as palavras seriam suficientemente boas para traduzir com clareza o que se passa em certos encontros na vida das pessoas.
Muitas vezes não se faz necessário compreender certas coisas...
Certas emoções, não carecem explicações.
Certas emoções só precisam ser vividas... No silêncio de um abraço.
No barulho da chuva.
Na batida do coração.
No sorriso.
No olhar.
Nos dias que seguem, deixando-nos levar... Deixando-nos simplesmente levar.
Sakura
Experimentar a sensação de ser livre. Não uma liberdade inconseqüente, mas uma liberdade doce e sincera.
A liberdade de abraçar um amigo com o coração limpo.
A liberdade de dizer "eu te amo" pelo simples fato de sentir vontade de fazê-lo, mas com verdade!
A liberdade de sorrir sem motivos concretos.
A liberdade de viver às coisas simples da vida: Olhar o céu, admirar à lua, ouvir o canto dos passarinhos...
A liberdade de respirar fundo.
A liberdade de olhar as pessoas nos olhos... A liberdade de amá-las do jeito que são.
A liberdade de viajar em pensamentos... Em boas lembranças.
A liberdade de se deixar tocar por uma música que se ouça.
A
liberdade de poder encontrar no silêncio de Deus, muitas respostas e
aquelas as quais não se encontrar uma resposta, que ainda assim a
liberdade de manter-se em silêncio ganhe um sentido maior.
Ser livre pode ser tão simples...
Ser livre talvez não precise de tantas explicações.
A possibilidade de ser livre, ou não, encontra-se em cada um.
Sakura
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Tarada por números
Proibida de estudar matemática, Sophie Germain ousou adotar um pseudônimo masculino e desafiou os preconceitos

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Nos anos difíceis da Revolução Francesa, Sophie Germain (1776-1831)
procurava algum assunto que prendesse sua atenção e a distraísse do
terror das ruas de Paris. Confinada em casa, ela passava os dias na
biblioteca do pai e foi atraída pela matemática desde que leu a história
de Arquimedes. Segundo o relato lido, o matemático grego havia sido
assassinado por um soldado romano invasor ao lhe repreender por ter
pisado em suas figuras geométricas desenhadas no chão.
Se a paixão de Arquimedes pela matemática era assim grande, esse
assunto deveria valer a pena. Mas os números ainda não eram para moças
ou meninas como Sophie, que foi desestimulada pela sociedade a fazer o
que queria. A jovem passou então a estudar às escondidas, quando todos
em sua casa dormiam. Ela foi descoberta e seus pais passaram a esconder
suas roupas e cortar as fontes de calor e luz da casa para que a moça
não saísse da cama e passasse suas noites debruçada sobre os livros.
Sophie não pôde entrar nas escolas de Paris, mas persistiu, conseguiu
conquistar o apoio de seus pais, estudou sozinha e contribuiu para a
solução do Último Teorema de Fermat - proposto por Pierre de Fermat em
1637 e provado em 1993 - com o que hoje é conhecido como "Números Primos
de Sophie Germain".
Para participar da comunidade matemática, ela submeteu seu trabalho
ao alemão Karl Gauss, um dos mais respeitados matemáticos da época.
Sophie escrevia-lhe cartas com o pseudônimo de Antoine-August Leblanc,
um suposto promissor aluno que havia desistido da Escola Politécnica de
Paris.
Salva-vidas
O matemático alemão era famoso por seu rigor acadêmico e pela sua arrogância com os jovens estudantes, mas se mostrou encantado e passou a respeitar o trabalho de "Monsieur Leblanc". Essa admiração não diminuiu mesmo quando Gauss descobriu que o nome de seu correspondente não era Leblanc, muito menos era ele um monsieur - a troca de idéias entre os dois através das cartas até aumentou.
O matemático alemão era famoso por seu rigor acadêmico e pela sua arrogância com os jovens estudantes, mas se mostrou encantado e passou a respeitar o trabalho de "Monsieur Leblanc". Essa admiração não diminuiu mesmo quando Gauss descobriu que o nome de seu correspondente não era Leblanc, muito menos era ele um monsieur - a troca de idéias entre os dois através das cartas até aumentou.
A verdadeira identidade de Sophie foi revelada quando Napoleão ocupou
a Alemanha e a moça apelou a um amigo comandante francês que garantisse
a segurança de Gauss. O militar procurou o matemático e disse-lhe que
tinha uma protetora. Sophie Germain temia que seu correspondente tivesse
o mesmo fim de Arquimedes.
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