segunda-feira, 12 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Prova da existência de Deus pelo Darwinismo
Eu viajo demais, penso muito, gosto de tentar encontrar relações entre quaisquer conhecimentos. Procuro relações entre religião, matemática, xadrez, poker, educação, e qualquer coisa que minha louca mente se coloque a pensar.
Num desses devaneios, acabei chegando ao seguinte pensamento:
Pense comigo, em quê, a bondade e a misericórdia são úteis para qualquer espécie?
Eu respondo: Em nada!!
Segundo Darwin, qualquer característica física ou não (ser bondoso, misericordioso, por exemplo) que não servir para o fortalecimento dos próximos membros de uma determinada espécie desapareceriam com os membros "fracos" da espécie.
Se eu, você e todo mundo tem uma noção do que é bom e mau, e se isso é quase uma noção universal, então significa que esse senso do que é bom e mau é inerente a espécie humana.
Também é inerente a espécie humana, a bondade, a misericórdia e outros sentimentos.
Mas se eles são inerentes a espécie humana, então em algum momento da história isso nos foi ensinado por algum "Professor".
Suponhamos por coontraposição, que não. Que a bondade e misericórdia humanas tenham surgido meramente por acaso (de repente, um indíviduo da nossa espécie, sentiu misericórdia ou começou a ter noções de moralidade).
Ora, certamente um indivíduo bom não contribuiria em nada para o desenvolvimento da espécie humana, seria considerado um membro fraco, incapaz de roubar uma caça ou de matar um outro membro que quisesse cortejar sua esposa. Ou seja, tal ou tais indivíduos seriam logo mortos pelo outros membros sem noções de moralidade e considerados mais fortes. Pelo darwinismo, estes tipos de características (bondade, misericórdia) seriam logo extintas entre os pré-humanos, mas como não o foi, só resta uma alternativa, que existe um "Grande Professor" que nos ensinou o que é bondade e misericórdia.
A minha hipótese principal é de que o darwinismo é verdadeiro (eu acredito no darwinismo e no big bang). Apesar de haver algumas lacunas estranhas no darwinismo..
Eu respondo: Em nada!!
Segundo Darwin, qualquer característica física ou não (ser bondoso, misericordioso, por exemplo) que não servir para o fortalecimento dos próximos membros de uma determinada espécie desapareceriam com os membros "fracos" da espécie.
Se eu, você e todo mundo tem uma noção do que é bom e mau, e se isso é quase uma noção universal, então significa que esse senso do que é bom e mau é inerente a espécie humana.
Também é inerente a espécie humana, a bondade, a misericórdia e outros sentimentos.
Mas se eles são inerentes a espécie humana, então em algum momento da história isso nos foi ensinado por algum "Professor".
Suponhamos por coontraposição, que não. Que a bondade e misericórdia humanas tenham surgido meramente por acaso (de repente, um indíviduo da nossa espécie, sentiu misericórdia ou começou a ter noções de moralidade).
Ora, certamente um indivíduo bom não contribuiria em nada para o desenvolvimento da espécie humana, seria considerado um membro fraco, incapaz de roubar uma caça ou de matar um outro membro que quisesse cortejar sua esposa. Ou seja, tal ou tais indivíduos seriam logo mortos pelo outros membros sem noções de moralidade e considerados mais fortes. Pelo darwinismo, estes tipos de características (bondade, misericórdia) seriam logo extintas entre os pré-humanos, mas como não o foi, só resta uma alternativa, que existe um "Grande Professor" que nos ensinou o que é bondade e misericórdia.
A minha hipótese principal é de que o darwinismo é verdadeiro (eu acredito no darwinismo e no big bang). Apesar de haver algumas lacunas estranhas no darwinismo..
Observações de um leigo meio louco.
Francisco Junior
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Como cobrar o preço dos marxistas culturais pelo desrespeito praticado no evento da JMJ
por Luciano Ayan

Como eu sou ateu, mas jamais um humanista, eu me solidarizo com muitos católicos que estão revoltados com o desrespeito
praticado pela escória de sempre (humanistas, marxistas, gayzistas e
feministas) de membros da Marcha das Vadias invadindo evento da JMJ. Só
que agora é o momento da ação estratégica, ao invés da reação emocional.
A mídia de esquerda, obviamente, está escondendo as imagens das provocações, mas ei-las:
Em relação a última das imagens (a baixo), veja a descrição encontrada no Facebook:
Em seguida, os manifestantes quebraram as imagens e as cruzes. Por fim, uma manifestante pegou o que sobrava de uma cruz, colocou camisinha em sua base e a enfiou no ânus de seu parceiro de encenação. Tal ato assustou até mesmo outros manifestantes que não esperavam tanta ousadia. Uma delas disse que colocaria uma máscara para não ser reconhecida, já que receava represálias no trabalho.
O que os católicos deveriam fazer em relação a isso?
Um amigo sugeriu que os católicos processarem os organizadores da
Marcha das Vadias, mas isso não vai gerar efeito algum, até por que a
Marcha das Vadias poderá dizer que a ação foi feita por anônimos e de
forma espontânea. O resultado, em termos estratégicos, será nulo.
Obviamente este post é para todos os leitores, mas a partir de agora
vou me dirigir ao público católico. (E quem não for católico, pode
continuar lendo, até para ajudá-os a seguir as dicas)
Uma coisa que aprendi com Sam Harris, e que jamais vou esquecer, é
que aos discursos (inclusive visuais, como nos casos acima) devemos
sempre anexar um preço. Se o discurso de um oponente for ridículo, temos
que cobrar esse preço. Em suma, alguém não pode lançar mensagens
estúpidas impunemente, pois há um preço a ser pago por isso, e o preço é
o da ridicularização.
Exemplos praticados pelo neo-ateísmo são múltiplos, mas em especial
vejamos o caso de Sarah Palin. Quando ela declara ser a favor do
criacionismo, eles cobram o preço desta declaração e a ridicularizam em
público de forma a demolir possibilidades eleitorais dela. Esquerdistas e
humanistas, portanto, sabem cobrar o preço de declarações de seus
oponentes. Esta é a regra que defendo aqui.
O que proponho é que vocês, católicos, façam exatamente o mesmo.
Anexem o preço na mensagem do oponente, e, como ela é ridicula, cobrem o
preço. Simples assim.
Como fazer isso? Criem memes, posts rápidos e correntes, aos
milhares, mostrando o baixíssimo nível moral do movimento feminista
atual e do movimento gayzista. Dividam o custo, e deixem uma parte dele
ser pago pelos neo-ateus. Mostrem que é esse tipo de coisa que querem
ensinar aos seus filhos nas escolas com o “Kit gay”.
Se o esquerdista disser “Mas não são todos que fazem isso, só uma
minoria”, retruque dizendo que essa minoria está financiada por uma
maioria deles e por um discurso de ódio que eles criaram. Diga também
que eles, da Marcha das Vadias, tinham poder para impedir que a duplinha
fizesse a baixaria acima. Então, não tem desculpinha para esquerdista. A
ridicularização tem que ser lançada sobre todo movimento humanista,
feminista e gayzista. Além do mais, 3 milhões de católicos reunidos, e
nenhum deles fez uma baixaria assim. Por que no meio de centenas do lado
gayzista/feminista/humanista, surgiram dois que apelaram deste jeito?
Incluam esse fato nas mensagens de ridicularização sobre eles.
Mais ainda: basta colocar as imagens da Marta Suplicy e de vários
políticos do PT financiando os gayzistas e as feministas, e daí
compartilhem parte do custo com eles. Não se esqueçam de que o preço a
ser pago deve ser dividido entre os feministas, os gayzistas, os
humanistas e o PT. Depois mostrem que toda essa baixaria acima está
sendo financiada com o dinheiro público.
Esta é a lição simples. Cobrem o preço das atitudes ridículas feitas
pelo seu inimigo, e o preço é a ridicularização pública. Mas, caso você
não cobre, você paga este preço, e esta uma contingência da qual não
podemos fugir. Em tudo que tenho estudado sobre ciência política,
descobri esta regra incontornável: se uma alegação política for feita, e
você não cobrar o preço desta alegação de seu oponente, então você paga
por ela.
Quando os nazistas começaram, 60 anos antes do Holocausto, a divulgar
conteúdo anti-semita extremado, o preço poderia ter sido cobrado desses
autores nazistas, com a exposição pública do quão ridículo e abjeto era
este conteúdo. Obras como “Apoiando Hitler”, de Robert Gellatelly, nos
mostram que os intelectuais judeus agiram de forma oposta. Usaram a
técnica do “vamos deixar pra lá”, ao invés de cobrar o preço dos
nazistas. Aí a regra mostrando que não existe alegação política grátis é
implacável: “Você não quer cobrar o preço das declarações absurdas do
seu oponente. Não tem problema. Você paga”. O preço foi pago pelos
judeus nos campos de concentração.
A pergunta que faço é: você estão dispostos a pagar o preço disso
tudo que os gayzistas/humanistas/feministas fizeram, em aliança com o
PT, ou irão cobrar o preço deles? Esta é a decisão a ser tomada no
interior de cada um. Caso você tome a decisão de não pagar o preço, mas
sim cobrá-lo do oponente, você está enfim pronto para gerar resultados
políticos…
Retirado do blog: http://lucianoayan.com
domingo, 28 de julho de 2013
sábado, 27 de julho de 2013
Nova Sessão de Cash e sobre o Papa e a Igreja.
Mais uma vez, passada a angústia das sessões anteriores, resolvi jogar cash 6max e vejam só o resultado.
Eu sei que havia dito que não iria mais jogar cash, mas apenas MTT, no entanto, jogando MTT, apesar de não haver grandes perdas e consequentes angústias, não é a mesma coisa de se jogar cash. Sinceramente parece outro jogo de poker e um tanto quanto monótono..
Enfim, se for para jogar poker, tenho que me dedicar ao cash. Mas para isso também tenho que aprender a manter o sangue frio (como mantive nesta sessão) e jogar sempre concentrado.
Nas últimas sessões de cash (antes desta) estava jogando entre 6 e 10 mesas, mas nesta última joguei apenas 5 mesas e mais ou menos 750 mãos em 1 hora e meia e vou manter este padrão.
Neste últimos dias, também pensei em parar de jogar de uma vez por todas, e até acho que conseguiria tranquilamente, mas a verdade é que eu gosto desse jogo, do lado psicológico que o envolve, da adrenalina, do alto valor que as observações, estudo e experiência tem.
Além do mais, devo muito ao poker. Houve uma época em que o único motivo de sair de casa era o jogo de poker nas sextas a noite com alguns amigos. O poker me ajudou a retomar e reconstruir a minha vida. Naquele reinício, meus colegas de mesas me respeitavam pelo alto conhecimento que eu tinha sobre o jogo e foi através daquelas noites de sextas mais sociais, que eu retomei o respeito que até então eu tinha perdido, reconstrui algumas amizades desfeitas, conheci novas pessoas maravilhosas e hoje, tenho emprego, namorada, uma vida social e todos aqueles amigos e outros novos, me respeitam não por ser um bom jogador (acho que nem sou, sinceramente), mas porque me conheceram mais de perto e viram uma boa pessoa.
Por isso, devo muito ao poker, acredito sinceramente, que foi um instrumento de Deus na reconstrução da minha vida e gosto de mais deste jogo para abandoná-lo.
Mudando um poco de assunto, quão maravilhoso é o nosso Papa!! Não é à toa que todos estão apaixonados por esse homem de Deus.
O número de pessoas que voltarão à igreja, sem dúvida vai ser enorme e se Deus quiser, eu estarei no meio delas.
Eu sou daquelas pessoas como que "terrenos cheios de pedra". Em vários momentos, sinto que me apaixono outra vez pela igreja, pela vida dos santos, mas logo perco o foco e esqueço o sentimento do dia anterior e volto a ser indiferente. Sou "de momento" como diz Jesus em (Mt 13,18-23), mas não quero mais sê-lo!
Eu sou um pobre pecador, de pecados horrendos a pecados veniais, mas todos contra mim mesmo, em sua grande maioria.
Quando estou rezando constantemente, sinto que fico mais forte, fico menos vulnerável ao pecado, a vida fica mais leve, é como se eu me reconciliasse comigo mesmo. Quando paro de rezar, fico indiferente ao pecado, ao sentimento de culpa e muitas vezes sinto que apesar de toda a luta do dia a dia e de algumas vitórias e momentos de alegria, no geral me falta "motivos" para continuar.
Além disso, sempre tive momentos claros da intervenção divina na minha vida. Também já tive momentos de profunda sensibilidade e de alguma espiritualidade, como por exemplo, durante o sofrimento de João Paulo II. Durante aqueles dias, lembro claramente como o meu peito doía e algo me dizia: "Veja novamente o calvário de Cristo."
Hoje João Paulo II está prestes a se tornar santo. E analogamente como naqueles dias, sinto que todos nós estamos vivendo uma oportunidade ímpar, um novo paradigma, um momento claro de obervarmos o tamanho e a autenticidade da Igreja.
Creio que como São Francisco foi chamado a fazer e o fez, este Francisco de nossos tempos também está resconstruindo a Igreja em cada beijo em cada criança, a cada sorriso, a cada discurso, a cada gesto.
E essa reconstrução passa pela reconciliação de muitos para com a sua Igreja de batismo e única verdadeira. Eu sei que este é um modo imperfeito de retornar a igreja, mas o que importa é que voltemos e nos entreguemos, e uma vez nesta igreja, nos deixemos embalar pela doutrina, pelo evangelho, pela eucaristia, pelos sacramentos, pela leitura da vida dos santos, pela oração constante e por este momento maravilhoso.
Vou me confessar! Me decidi! Não vou mais fugir!! E espero que a partir desta confissão, nunca mais eu tenha a convardia de abandonar a igreja.
Que Deus me abençoe e me dê forças pra perseverar e quando faltar forças e cair, que Ele não me deixe perseverar no pecado.
Abraço.
Francisco Junior
Assinar:
Postagens (Atom)







